Nem FHC estanca queda de braço em torno de Aécio no PSDB
Sem trégua A queda de braço no PSDB em torno do deputado Aécio Neves (PSDB-MG) está longe do fim. Nem a entrada em cena do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso contra o grupo que prega a expulsão do mineiro conseguiu frear o ímpeto da ala paulista do partido.
Faça você mesmo Cinco diretórios do PSDB de São Paulo já pediram medidas contra Aécio. O governador João Doria mantém posição de não intervir a favor do deputado. Ao contrário. Para aliados de Doria, a solução menos traumática seria um pedido de licença da legenda.
Daí para pior É para este caminho que pessoas que falam com Doria tentam empurrar Aécio. Se insistir em não se mover, dizem, o deputado passará a ser alvo de pressão pública cada vez maior e mais pesada. Ninguém descarta o estímulo a um movimento nacional de diretórios contra a permanência dele no partido.
Golpe baixo O comportamento da ala paulista, a mais próxima a Doria, começou a assustar integrantes da cúpula de outras siglas, como o DEM, que veem na ênfase do ataque desabrido a Aécio uma demonstração de deslealdade.
Instinto Fernanda Richa, mulher do ex-governador do Paraná Beto Richa (PSDB), se adiantou e pediu sua desfiliação do PSDB. A Justiça Eleitoral registrou seu desligamento em abril. O pedido foi feito dias após ela se tornar ré, ao lado do marido, sob acusação de organização criminosa.
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