Dilma diz que só deixará residência oficial após fazer “auditoria” de todos os bens do Alvorada

Por Painel

Muita calma Dilma só deixará o Alvorada quando concluir a auditoria de todos os bens, o que deve levar pelo menos três dias. “Só saio até contar a última colher”, tem dito a petista. Ela quer evitar novas acusações sobre sumiços de objetos presidenciais.

Muito amor Dilma telefonou aos 20 senadores para agradecer o voto contra o impeachment — gesto incomum quando estava no Planalto.

Mexam-se Empresários seguem aflitos. Havia a expectativa de que a atividade econômica fosse melhor em julho, mas os indicadores da indústria decepcionaram. O setor reclama especialmente da escassez de crédito.

Enfim, unidos PT e PSDB ingressaram juntos com um requerimento no TSE. Querem que a corte esclareça as regras e dê segurança jurídica às operadoras de cartão de crédito para que possam intermediar doações de pessoas físicas pela internet.

Ai que medo Com receio de infringir alguma norma, muitas empresas têm se recusado a processar recursos das plataformas de arrecadação online. Rede, Novo e PSC também assinam o pedido.

Interna corporis Aliado mais fiel de Dilma no impeachment, o PC do B se queixa dos petistas: Lula gravou vídeo para o candidato do PT em Olinda, cidade administrada pelos comunistas há 16 anos, onde a presidente nacional da sigla é candidata.

Visita à Folha Gilberto Magalhães Occhi, presidente da Caixa Econômica Federal, visitou nesta quinta (1º) a Folha, a convite do jornal, onde foi recebido em almoço. Estava acompanhado dos vice-presidentes José Henrique Marques da Cruz e Flávio Arakaki, do diretor-presidente da Caixa Seguridade, Raphael Rezende Neto, e da assessora de imprensa Ana Lucia Ribeiro Silva.


TIROTEIO

O presidente ‘constitugolpista’ , por amor à coerência, só pode falar em nome da recém-criada República Parlamentarista do Brasil.

DE MARCO AURÉLIO CARVALHO, coordenador jurídico do PT, sobre a primeira manifestação internacional de Michel Temer, que irá ao G20, na China.


CONTRAPONTO

Me dê motivo

Enquanto Dilma Rousseff era interrogada no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), um dos artífices do impeachment, tomava um suco no cafezinho da Casa, que fica numa sala contígua ao plenário.
O peemedebista comentava com colegas que, ao contrário do que a imprensa disse que ocorreria, Dilma não havia se emocionado ao falar para os senadores.
— Faltou dinâmica para ela — afirmou.
E emendou:
— Era só pensar em Gleisi Hoffman, Ideli e Mercadante que ela caía no choro rapidinho — lembrando-se de três ex-ministros do governo Dilma Rousseff.

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