Previsão de alta de impostos no Orçamento de 2017 abre racha entre áreas política e econômica

Por Painel

Nós contra eles As aéreas política e econômica do governo estão novamente em lados opostos. Enquanto técnicos do setor fiscal afirmam ser difícil não prever aumento de impostos para o ano que vem no Orçamento de 2017 que será enviado ao Congresso no fim do mês o Planalto não quer ouvir falar no assunto. Um ministro não vê razão em anunciar de véspera uma alta de imposto para daqui a seis meses e cita uma frase recente dada pelo interino: Elevação de carga tributária, só em último caso.

Deixa para lá Pelo sim, pelo não, a Cide, que incide sobre combustíveis, está subindo no telhado. “Está praticamente descartada. Gera inflação e atrasa a flexibilização da política monetária”, diz um ministro.

Decifra-me Levou inquietação ao entorno de Michel Temer a ausência de Renan Calheiros no camarote olímpico. Na véspera, o presidente do Senado havia dito ao interino que compareceria.

Torcida jovem Corintiano notório, Alexandre de Moraes (Justiça) não perdeu a piada ao ver Gilmar Mendes, do STF, e Geraldo Alckmin dividindo a mesma rodinha na cerimônia: “Aí está metade da torcida do Santos”. Temer, que estava junto, deu risada.

Menos é mais Coordenadores do protesto realizado antes da cerimônia de abertura anunciaram cerca de 30 mil pessoas no ato. Um dos líderes diz que foram, na verdade, cerca de 10 mil, mas a ação foi positiva. “Teve muita cobertura internacional”.

Tolerância zero O governo Michel Temer quer evitar a qualquer custo cenas de quebra-quebra durante os Jogos do Rio. A determinação é que as forças de segurança adotem linha para lá de dura com manifestações que “extrapolem os limites”.

Puro sangue Integrantes do Ministério dos Transportes estavam preocupados com dois voos que chegavam para a Olimpíada, transportando cavalos. Eram tantas as exigências para o desembarque dos animais no país que os responsáveis estavam mais nervosos que os atletas.

Pegou O staff do Alvorada entrou na onda de Dilma e agora os mais de 30 funcionários do local também chamam Jorge Messias de “Bê”. O auxiliar ficou conhecido como “Bessias” depois da divulgação de áudios entre a petista e o ex-presidente Lula.

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