Sete possíveis delatores da Odebrecht já falaram à força-tarefa; Marcelo Odebrecht deve ser o último

Por Painel

Fila indiana Sete possíveis delatores da Odebrecht já prestaram depoimento aos procuradores da Lava Jato. Três deles são ex-diretores. A oitiva de Marcelo Odebrecht, ex-presidente do conglomerado, será a última. Ainda não há data marcada.

Tem, mas acabou Fernando Haddad pediu recursos do fundo partidário a dirigentes petistas para sua campanha à reeleição. Na pindaíba, um dos donos do cofre responde: “Se está difícil pra ele, pra nós está impossível”.

Última que morre Dirigentes do PRB avaliam que há argumentos jurídicos promissores para a defesa de Celso Russomanno no Supremo. Advogados podem pedir a prescrição do suposto crime.

Já foi O partido até pediu, mas não conseguiu acertar com o PRB uma aliança para a disputa proporcional. A sigla de Russomanno já havia registrado a chapa de vereadores coligada apenas ao PSC.

mamata

A vaca voou Fechada a chapa Marta Suplicy-Andrea Matarazzo, multiplicaram-se as piadas. Um tucano lembrou que Andrea dissera que seria mais fácil uma vaca voar a ele aceitar ser vice da peemedebista.

Em série Outro apelidou a coligação de “Indústrias Reunidas Matarazzo” — Marta já foi casada com o petista Eduardo Suplicy, que tem o mesmo sobrenome do vereador.

Visita à Folha Mauro Gomes Aranha de Lima, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, visitou a Folha nesta segunda (25). Estava acompanhado de Chico Damaso, assessor de comunicação.


TIROTEIO

Suplicy estava tão afoito para aparecer na imprensa que esqueceu que quem pediu a reintegração foi seu chefe, Fernando Haddad.

DO DEPUTADO ESTADUAL CORONEL TELHADA (PSDB-SP), sobre Eduardo Suplicy (PT) tentar impedir uma reintegração de posse na zona leste da cidade.


CONTRAPONTO

Comprovante de residência

O ex-doleiro Alberto Youssef passou por constrangimento em audiência do Supremo Tribunal Federal que ouviu as testemunhas de acusação contra o ex-presidente da Câmara, o deputado Eduardo Cunha.

Antes de iniciar seu depoimento, Youssef, um dos primeiros grandes alvos da força-tarefa da Lava Jato, foi questionado sobre qual era seu ofício.

— Agora estou sem profissão, mas era empresário.

Em seguida, perguntaram-lhe seu endereço.

— Nesse momento, na Santa Cândida, Polícia Federal — respondeu, referindo-se ao bairro onde fica localizada a carceragem da PF em Curitiba.