Com WhatsApp bloqueado, Cunha se rende ao Telegram

Por Painel
Eduardo Cunha fala ao celular durante reunião na Câmara (Pedro Ladeira/Folhapress)

 

Usuário compulsivo do WhatsApp –aplicativo bloqueado pela Justiça no Brasil— o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), se rendeu na manhã desta quinta-feira ao Telegram, ferramenta similar de troca de mensagens.

Não se sabe se ele já recuperou os aparelhos apreendidos pela Operação Lava Jato nesta terça-feira ou se adquiriu um novo chip –mas o número utilizado é o mesmo que estava conectado ao WhatsApp.